REGIÃO DE MALANJE

REGIÃO DE MALANJE
CENTENÁRIO DO ESCUTISMO

segunda-feira, 5 de julho de 2010

LISTA DE MATERIALPARA ACAMPAMENTO


Lista de material para acampamento



O material que levas para uma actividade depende muito da duração, daquilo que vais fazer, das condições climatéricas, etc. Deixamos-te aqui uma lista extensa, a título de exemplo, para que possas escolher da melhor forma aquilo que precisas levar para o teu acampamento.

Higiene pessoal

toalha
escova e pasta de dentes
sabonete (numa caixa própria, de plástico)
Roupa e calçado

chinelos de praia, para poderes tomar banho (cuidado com o "pé de atleta")
mudas de roupa interior (uma por cada novo dia)
fato de treino (substitui o pijama e é mais prático)
calçado confortável para caminhadas
agasalho para a noite
chapéu de abas (caso não tenhas o chapéu BP, para proteger do sol)
calção ou fato de banho
Alimentação

cantil
copo (não de vidro)
prato fundo (não de vidro)
talheres (faca, garfo e colher)
Vários

saco-cama
colchonete
lanterna (pilhas e lâmpada de reserva)
bússola
canivete ou faca de mato
caderno de caça
caneta e lápis
isqueiro ou caixa de fósforos
papel higiénico
saco plástico para lixo
saco plástico para roupa suja
protector solar (para o verão)
espia de sisal ou outro material
Para emergências

estojo de primeiros socorros
kit de linhas e agulhas para costura
lista de telefones de bombeiros, GNR, etc. e outros telefones úteis da zona para onde vais acampar
pequeno manual de socorrismo
Em tempo de chuva

casaco impermeável
"poncho" impermeável (para cobrir o corpo e a mochila durante as caminhadas)
caixa de plástico pequena ou saco de plástico hermético para guardares documentos ou outro material importante
sacos de plástico para embrulhar roupa e saco-cama quando vão dentro da mochila
calçado de reserva

O CHAPEU ESCUTISTA



O Chapéu Scout



Dito “Chapéu Scout” – Aliás "Chapéu de Baden-Powell" – ou ainda em linguagem mais corrente "Chapéu de Quatro Saliências" ou ainda... "quatro dobras". Tem como origem e confecção bem conhecida dos ex-Cow-boys, hoje os “cattlemen” (homens do gado), sobre o nome de “Moutain Peak” pela sua semelhança com as montanhas daquele estado americano...

Foi escolhido pelo General R. S. S. Baden Powell para cobrir as cabeças dos garotos reunidos no “Mafeking Cadete Corps” e depois atribuídos aos “South African Constabulary”, ciado igualmente por Baden-Powell e escolhidos por “Southern District Scouts” em 1907.

Contra a vontade das declarações do General Baden-Powell tornado “Chefe Scout”, a forma deste chapéu assemelha-se ao do contigente da New Zelândia, os futuros kiwis da Grande Guerra e do contigente canadiano de muito célebre “North-West Mounted Police” (Policia Montada do Canadá) futura R.C.M:P ou Polícia Montada Real do Canadá.

Estas três sábias considerações não impedirão ninguém a reconhecer este elegante CHAPÉU como: O Chapéu Scout.

Para todo o sempre ligado a um MOVIMENTO DE JUVENTUDE MUNDIAL nascido da imaginação de um general um pouco que seja observador e malicioso.

O Chapéu Scout cai em desuso em 1940 com a regulamentação do Escutismo Francês e que neste momento, predomina a boina. Tinha por assim dizer, desaparecido nos anos de 1970. os raros grupos que o usam ainda, como o de Riamont, deviam adquiri-los na Bélgica. Os Scout’s d’Europe não o tinham nunca usado, era pelo desenvolvimento dos Scouts Unitários de França (e a vontade dos rapazes...) que ele ressurge nos nossos dias. As Guias de França usam um chapéu sem dobras, azul marinho.

Chapéu chamado de "Lemonsqueezer" (espremedor de limões), adoptado em 1911 pelo Batalhão de Infantaria de Wellington. Em 1916 foi adoptado pela Força Expedicionária da Nova Zelândia (com uma espécie de turbante em redor da base da copa.
Chapéu característico dos voluntários da Polícia Montada do Canadá
Chapéu usado pelas unidades britânicas durante a Guerra dos Boeres, na África do Sul

(Nota : Este artigo foi redigido em parte por Claude Morin, especialista em uniformes e equipamentos militares, membro da “Sabretache” e antigo Scout.)

TRADUÇÃO de Sousa Costa (Março 2002) – Instrutor-Chefe Grupo 93- S. Jorge Agrupamento 902 – Moreira da Maia. Livro LA MÊMOIRE DU SCOUTISME, dictionnaire des hommes et des idées du Louis V. M. Fontaine – Publications L.F. – June 1995

DE SAPO A FLOR DE LIS


De sapo a Flor-de-Lis



A “flor de lis”, símbolo do Escutismo, poderá ter aparecido a partir de um sapo?


Alguns historiadores defendem que a flor-de-lis, que era usada em mapas para indicar o norte, derivou de um sapo. Conta-se que o rei Clóvis, fundador da nação francesa, resolveu converter-se ao Cristianismo no ano de 496, tendo escolhido para seu símbolo real um sapo dourado. Talvez por este animal não se adequar ao estatuto da realeza, o símbolo ter-se-á renovado ao longo dos anos, originando um aspecto mais parecido com a ponta das setas que os franceses adoptaram para os seus exércitos. Ainda assim, houve quem procurasse neste novo aspecto uma imagem mais pacífica, assemelhando-se, então, a uma flor-de-lis.
Em 1302, o navegador italiano Flávio Gioja inventou a bússola como instrumento de navegação fiável, adoptando a flor-de-lis (ou ponta de seta) para indicar o norte, em honra do rei de Nápoles, Carlos de Anjou, descendente da coroa francesa e cujo brasão continha a flor-de-lis da realeza.
Na década de 1890, Baden-Powell adoptou a flor-de-lis usada nos mapas como insígnia (metálica) para certificar os militares que completassem com sucesso um curso de exploradores que ele próprio criou. Em 1907, no acampamento experimental de Brownsea, usou a mesma insígnia metálica para certificar os rapazes que completassem as provas, introduzindo a flor-de-lis no escutismo. Inicialmente, o símbolo foi divulgado como a ponta de uma seta, mas, por força das críticas surgidas de que o símbolo do escutismo era um símbolo bélico, em vez da simples origem na tradição náutica, muitos países passaram a adoptar a flor-de-lis para descrever o símbolo do escutismo.
(baseado num trabalho de Piet Kroonenberg, historiador do escutismo

SOBRE A FLOR DE LIS

A origem da Flor-de-Lis no Escutismo



Em 1924, Lord Baden-Powell escreveu um artigo pouco conhecido, provavelmente editado na revista The Scout, que a seguir transcrevemos:

“O emblema é uma flor de lis, símbolo de paz e pureza. A história da flor de lis enquanto emblema remonta a muitos séculos atrás, senão mesmo milhares de anos. Na Índia antiga, simbolizava a vida e a ressurreição, enquanto que no Egipto era um atributo do deus Horus, cerca de 2000 anos antes de Cristo.

Alguns anos atrás, enquanto era ajudante de campo no meu Regimento, descobri que alguns jovens recrutas eram pouco melhores do que rapazes meio educados. Após alguns anos, quando comandava um esquadrão de cavalaria na Irlanda, treinava os meus homens a serem exploradores, para além dos seus deveres ordinários de combater nas fileiras.

Ensinei-os a encontrar o seu caminho através de territórios desconhecidos lendo e desenhando mapas e redigindo relatórios daquilo que tinham visto, cada homem por si, de noite e de dia; a atravessar rios com os seus cavalos, cozinhar a sua comida, seguir rastos e a manterem-se camuflados enquanto observavam o inimigo. Pensei que algum mérito lhes era devido e conseguir autorização do Departamento de Guerra para conceder a cada homem que se qualificasse como explorador, um emblema que o distinguisse.

Escolhi a flor de lis, que apontava no norte nas bússolas, pois, tal como o compasso, estes exploradores podiam mostrar o caminho certo para atravessar um território desconhecido.

Quando os Escuteiros começaram, anos mais tarde, usei o mesmo emblema para eles, pois, tal como nos exploradores militares, que através do desenvolvimento do seu sentido de dever e hombridade podiam prestar uma ajuda valiosa ao exército, assim os Escuteiros podiam prestar um igualmente valioso serviço ao seu país.

O actual significado que se deve ler da flor de lis é que aponta na direcção certa e para cima, não virando nem à esquerda nem à direita, uma vez que estes caminhos poderiam levar de novo para trás. As estrelas nas pétalas também podem ser interpretadas como indicação de caminho a evitar, embora o seu significado mais conhecido seja o dos dois olhos do Lobito que se abriram antes de se tornar Escuteiro, quando obteve a sua insígnia de 1ª classe ou a 2ª estrela.

As três pétalas da flor de lis relembram ao Escuteiro os três artigos da sua Promessa.”


Explorador do Exército, usando a flor de lis no braço direito

flor de lis de metal, semelhante à usada pelo Explorador da imagem à esquerda (desenhada por BP em 1897, quanto estava ao serviço do 5th Dragoon Guards e atribuída aos exploradores militares que tinha treinado. Foi adoptada no exército britânico em 1905 sendo usada até ao final da I Grande Guerra, em 1918. Foi feita em dois tamanhos, sendo a maior a de 1ª classe e a pequena de 2ª classe, cada uma com ou sem a barra horizontal

SOBRE O REI INKWEBANE

Inkwebane



Shaka kaSenzangakhona (1787-1828) foi um famoso rei que transformou várias tribos dispersas da África do Sul na imponente nação Zulu. As suas tácticas militares inovadoras e a alteração que fez no armamento dos seus guerreiros, permitiram criar um exército (“impi”) impressionante, organizado, disciplinado e eficiente.

O treino de um futuro guerreiro começava aos seis anos de idade, como “udibi”, acompanhando o “impi”, transportando mantimentos e guardando o gado. Quando atingiam a puberdade, os jovens passavam ao estatuto de “inkwebane”, uma espécie de cadete do exército. A partir daí, treinavam constantemente até virem a ser oficialmente alistados no “impi” como guerreiros.

O jovem “inkwebane” estava, portanto, em permanente formação e crescimento. É esta ideia de aprendizagem contínua que queremos associar a este site. Um local onde os escuteiros podem vir buscar informação de que necessitem para as suas actividades, descobrir coisas novas e aprender mais.

Boa caça!

HOMÓGERAFO CÓDIGO

Alfabeto da Sinalização Homógrafa
( Homógrafo )















A 1 B 2 C 3 D 4 E 5 F 6 G 7 H 8 I 9 J
alfa K 0 L M














N O P Q R S T U V W X Y Z





numeral anulação erro
atenção Fim de
palavra

________________________________________
Código Internacional Morse
Alfabeto



Números Pontuação





Algumas abreviaturas
C – esta letra significa: «a sua repetição está certa».
G – «acuse a recepção repetindo»
R – «mensagem recebida»
T – a letra "T" é usada para indicar a recepção de cada uma das palavras do texto.
W – «estou impossibilitado de ler a sua transmissão em virtude de a luz não estar em condições ou mal apontada»
EEEEEE etc. – sinal de anulação ou erro.
TTTTTT etc. – sinal de reconhecimento.
UD – sinal de repetição. Emprega-se para obter a repetição de parte ou a totalidade da mensagem.
AR – fim de comunicação.

2ª PARTE DO PROGRAMA REGIONAL DE ACTIVIDADES

PROGRAMA DE ACTIVIDADES REGIONAL 2010


PROGRAMA DE ACTIVIDADES REGIONAL 2010
ESTEJA ACTUALIZADO SOBRE O FUNCIONAMENTO DO NOVO ELENCO DA JUNTA REGIONAL DE MALANJE

CIRCULAR SRFJ/ROVER REGIONAL/ E SUA INSIGNIA



Iº ROVER REGIONAL 2010 / LUNDA SUL

Iº ROVER REGIONAL 2010/LUNDA SUL

O PRIMEIRO ROVER REGIONAL É UMA ACTIVIDADE DA JUNTA REGIONAL DE MALANJE COM OBJECTIVO DE CONGREGAR ESCUTEIROS ENTRE OS 17 AOS 24 ANOS DE IDADE. A MESMA REALIZAR-SE À NA PROVÍNCIA DA LUNDA SUL DE 7B A 14 DE DEZEMBRO DE 2010.

VEM E CONVIVA CONNOSCO ESTE GRANDE ACONTECIMENTO...